A Eneva encerrou o segundo trimestre de 2026 com geração bruta total de energia de 2.537 gigawatts-hora (GWh). O volume representa uma alta de 35% em relação ao registrado no mesmo intervalo de 2025, “impulsionada pelo despacho termelétrico no mérito no período”, segundo o relatório operacional divulgado pela companhia.
O despacho médio pela capacidade instalada dos ativos atingiu 20% no trimestre de abril a junho deste ano, frente a um índice de 15% registrado no segundo trimestre de 2025.
Considerando apenas as usinas abastecidas por gás próprio — em que a Eneva possui margens mais elevadas devido à operação verticalizada —, o despacho médio foi de 48%. Em contrapartida, as térmicas que utilizam combustíveis de terceiros registram despacho inferior a 1% no período. Já entre as usinas movidas a gás próprio, os despachos alcançaram 47% no Complexo Parnaíba e 60% na UTE Jaguatirica II.
A produção de gás natural da Eneva totalizou 0,47 bilhão de metros cúbicos (bcm) no trimestre, dividida entre 0,42 bcm gerados no Complexo Parnaíba e 0,05 bcm na Bacia do Amazonas, voltados para o abastecimento da usina de Jaguatirica II.
A companhia fechou o mês de junho com reservas certificadas 2P de gás natural de 46,5 bcm, sendo 37,1 bcm na Bacia do Parnaíba e 9,5 bcm na Bacia do Amazonas.