A Copasa disse segue comprometida com sua operação, voltada para a eficiência técnica e para a prestação de um serviço de excelência, garantindo a segurança hídrica a todos os cidadãos atendidos pela empresa em Minas Gerais.
A resposta veio após o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) autorizar o prosseguimento das etapas preparatórias para a eventual desestatização da companhia, mas vetar os atos definitivos do processo, em especial a abertura do período de distribuição ao mercado e a alienação do controle acionário da companhia, antes do pronunciamento conclusivo da Corte de Contas. Na prática, o TCE-MG vai passar um “pente fino” em todas as próximas etapas da privatização.
Segundo a companhia, independentemente dos trâmites administrativos e jurídicos que envolvem a estrutura societária da Copasa, a condução cabe ao governo do Estado na condição de acionista controlador.
“A empresa reafirma seu compromisso com a transparência, legalidade e governança, mantendo-se, como sempre esteve, à inteira disposição dos órgãos de controle para prestar todos os esclarecimentos técnicos que se fizerem necessários ao longo do processo.”
A privatização da Copasa deve movimentar entre R$ 8 bilhões e R$ 10 bilhões, segundo pessoas a par do assunto. A lista de potenciais interessados inclui, além da Sabesp, a Aegea, Equatorial, Veolia, Águas do Brasil e fundos de infraestrutura, como o Perfin, que já é investidor da empresa, e o canadense CPP.
“A companhia reitera que sua prioridade absoluta continua sendo o cumprimento rigoroso das metas de universalização estabelecidas pelo Novo Marco Legal do Saneamento, orientando sua atuação pela qualidade, responsabilidade e pelo interesse público.”