As vendas de bens de consumo da Suzano nos mercados internacionais totalizaram 227 mil toneladas, representando 76% do volume total de vendas do negócio. A participação expressiva no volume total de vendas, explica a companhia, é decorrente da consolidação da operação de bens de consumo da Arbex (joint venture com a KimberlyClark).
Antes, a companhia só contava com as vendas no mercado interno. Assim, com a Arbex, as vendas de bens de consumo da companhia avançaram para 299 mil toneladas no terceiro trimestre, frente a 64 mil toneladas um ano antes.
As vendas de bens de consumo da Suzano no mercado brasileiro, por sua vez, totalizaram 71 mil toneladas no terceiro trimestre de 2026, correspondentes a 24% do volume total do negócio, com aumento trimestral de 9% e anual de 15%. As altas foram explicadas principalmente pelos maiores volumes de Papel Higiênico e Papel toalha, na comparação sequencial, e pelo crescimento das vendas de Bobinas, na comparação anual.
Em relação ao terceiro trimestre de 2025, houve aumento de aumento de 867% no Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) ajustado de bens de consumo, também decorrente da consolidação da Arbex (JV com a Kimberly-Clark.
O Ebitda ajustado da operação de Papel e Embalagem da Suzano teve redução 48% na comparação anual e ocorreu principalmente em função do maior custo dos produtos vendidos, com destaque para as dificuldades operacionais e despesas da fábrica da Suzano Packaging US; além da desvalorização do dólar médio frente ao real médio. Esses efeitos foram parcialmente compensados pelo aumento do preço médio líquido, principalmente nas operações da Suzano Packaging US.