A alta do diesel, mesmo com os subsídios do governo federal, atinge cerca de 15% das despesas de capital (capex) da Motiva e pode ensejar reequilíbrios contratuais por força maior, afirmou o diretor Financeiro da Motiva, Rodrigo Araújo, na teleconferência de resultados do terceiro trimestre. O preço do combustível anota forte volatilidade desde o início da guerra no Oriente Médio, em 28 de fevereiro.
Araújo não detalhou se está nos planos imediatos um pedido de reequilíbrio, nem mencionou em quais contratos poderiam ser afetados. Ele disse que não há repasse direto dos custos com diesel em tarifas e demais receitas.